Axé: Força imanente, energia vital em prol do Orí

 

 


 

!!!ATENÇÃO!!!


 

A 3ª edição do Ontologias Outras: Àṣẹ – Força imanente, energia vital em prol do Orí, foi adiado. Sei que todxs estão ansiosos e pronto para prestigiar e receber esses conhecimentos tão preciosos! Porém, teremos que esperar e aguardar o tempo certo, respeitando a força da natureza e a Força Maior.
Logo informaremos a nova data de nosso evento. Contamos com a compreensão de todxs.

 

Equipe Ìlú Akin Produções



 

 

  A Ìlú Akin Produções e O Departamento de Educação e Desenvolvimento Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul convidam a comunidade para a terceira edição do evento Ontologias Outras que neste ano tem como proposta tratar sobre o “Axé: Força imanente, energia vital em prol do Orí”.

      A atividade, inteiramente on-line, será composta por uma aula magna estruturada em forma de roda de conversa com a presença de uma das maiores autoridades culturais religiosas nigerianas e do povo yorùbá: Araba Awo Ilobu do estado de Ọ̀ṣun, Babalawo Ifaniyi Alade Ojo. Participarão também: Mãe Dora de Oyá ( Brasília – DF), Yalorixá Clécia de Oxum Bàkúdê. (Recife- PE) e Iyalorixa Jô Brandão de Nanã  (São Luiz – MA). A mediação ficará a cargo do professor Mawo Adelson de Brito (Recôncavo Bahia).

A atividade também contará com as apresentações artísticas de Kako Xavier e a Tamborada, Grupo Orí e Luiza da Iola.

O evento ocorrerá a partir das 19 horas do dia 16 de Julho (sexta-feira) em nosso canal do YouTube. Clique no ícone abaixo e não perca!


CLIQUE AQUI:                 


Palestrante:

 

Araba Awo Ilobu

(Ìlobu, Ọ̀ṣun Nigéria)

Do estado de Ọṣun, Babalawo Ifaniyi Alade Ojo é o atual sumo sacerdote (Araba) da cidade de Ilobu, seguindo a tradição milenar. Nascido no culto tradicional de Orixá da família de Aṣọ́ọ̀ṣà “Aṣọ́ Òrìṣà” – o guardião de Orixás – na cidade de Ilobu (uma das regiões mais tradicionais de estudos e culto de Ifá e Orixá,  localizada no estado de Ọ̀ṣun, Nigéria), teve como seu primeiro mestre seu avô paterno, Sr. Ojo Apojojo, que era o sumo sacerdote da cidade de Ilobu à época. O Babalawo Ifaniyi aprofundou seus estudos com vários mestres importantíssimos na terra Yorùbá.


 

Participações especiais:

Iyalorixá Jô Brandão de Nanã

(São Luiz – MA)

Iniciada no candomblé pela Iyalorixá Venina D’Ogum no Ilê Axé Alagbede Olodumare  em Paço do Lumiar- MA. Coordenadora do Coletivo Dan Eji, Membra do comitê afro-religioso de combate à Covid 19 no Maranhão, do Fórum Estadual de Mulheres de Axé/RENAFRO MA, produtora cultural e audiovisual.



Mãe Dora de Oyá

(Brasília – DF)

Doralina Fernandes Barreto Regis ( Mãe Dora de Oyá)
Yalorisá do Ilê Asè T’ojú Labá em Brasília.
Fisioterapeuta, Mestre em saberes Tradicionais pelo INCTI da Antropologia da UnB e Compositora.

Fundadora e Produtora do Afoxé Ogum Pá-DF, Fundadora e Coordenadora do Projeto Social ABC Musical e Militante dos Direitos Humanos.



Yalorixá Clécia de Oxum Bàkúdê

(Recife- PE)

Empreendedora, graduada em processos gerenciais e Pós-graduada em Psicologia Organizacional. Com as estratégias e a direção de Oṣun, sou Yalorixá no Ilê Axé Oxum Bàkúndê em Recife, de tradição Nagô Egbá de Pernambuco, originada através da  Yalorixá Tia Ignês ( Ifatinuké ), rama conhecida atualmente como o sítio de pai Adão.



Prof. Mawo Adelson de Brito

(São Gonçalo dos Campos – BA)

Oruko no Axé: Mawo Adelson. Jeje Savalu: Confirmado Ogan de Nana, no Hunkpame Savalu Vodun Zo Xwe (Terreiro Vodun Zo) e elevado a condição de Mawo da Casa de Azonsù. Trineto de Xanxa de Ogun, Iyalorixá conhecida e respeitada da cidade de São Gonçalo dos Campos, Recôncavo Baiano.
Tive minha confirmação Afro-Sacerdotal no terreiro Jeje-Savalú, Hunkpame Savalu Vodun Zo Kwe, (ou Terreiro Vodun Zo) pelas mãos do Doté Amilton de Sogbo. Esse terreiro está localizado no Curuzú, emblemático espaço urbano negro no bairro da Liberdade. Nesse mesmo templo fui elevado ao cargo de Mawo da Casa de Azansún, que é uma instituição da conjunção Vodun-Nagô Vodun da nação Savalú.
Professor-Mestre de Física do Departamento de Radiologia do Centro Universitário Estácio-FIB.


 

Artistas convidados:

Luiza da Iola

 (Carmópolis de Minas/MG)

Originária das Terras das Palmeiras, natural do País dos Cataguases, Luiza é interiorana nascida e criada em Tupanuara. Semente germinada de Rei Ambrósio, cepa remanescente do Quilombo Campo Grande, fruto maturado de Ventura Mina nessas Minas Bantu-kongo. Luiza da Iola é corpa-encruza, feito árvore gemelada que entronca a coragem de Lúcia, sua força geradora, e a generosidade de Elvira, sua força criadora. Rainha-Guardiã das memórias e tradições ancestrais, cantadeira, contadora de histórias, pesquisadora autodidata, ativista cultural e arte-educadora. Fundamenta no conceito filosófico-musical Afropop seu ofício carregado de simbologias estéticas, referências afro-brasileiras e sonoridades populares. Busca, através da sua feitura artística, promover a cultura do afeto, do encontro, dos resgates e salvaguardas das culturas afro-indígenas e populares.
Idealizadora do Movimento artístico sócio-cultural #NOSTEMOUMSONHO, lançou em 2016 o Manifesto artístico #DEIXAOEREVIVER. Em 2018 lançou o EP Mas Eu Voltei e em 2020 o EP Interioranas, título homônimo do projeto de cantopoemas realizado em parceria com a poeta novalimense Nívea Sabino. No primeiro semestre de 2021, destacam-se uma série de singles lançados, concatenados no EP Jipambu, e o lançamento do videoclipe Mas Eu Voltei em celebração aos seus 20 anos de percurso artístico.



Grupo Orí

(Recife – PE)

Orí, de origem yorubá, quer dizer cabeça, nossa origem no Universo, fonte de inteligência e força pra nossa vida na Terra, o Aiyê.

O Grupo Orí surgiu em 2016 com a benção e apadrinhamento do Maestro Letieres Leite e é composto por Beto Xambá, Nino Xambá, Moisés Xambá e Thulio Xambá. Nascidos e criados na Nação Xambá, terreiro de Candomblé com 88 anos de existência e resistência, foi reconhecida como Quilombo Urbano do Brasil, responsável por manter vivas tradiçُ†ões religiosas e culturais no município de Olinda-PE. Em 2018, também passou a ser oficialmente, Patrimônio Vivo de todo Pernambuco.
O Grupo Orí apresenta a respeitosa e profunda relação com a ancestralidade e a espiritualidade dos xangôs pernambucanos, especificamente em suas vivências nas nações de matriz africana Xambá e Nagô, expressas em sua musicalidade. Com composições próprias, o Grupo Orí nos revela em seus elementos rítmicos e melódicos canções em yorubá do ritual Bori, rito presente no Candomblé, cujo objetivo é alimentar o orí buscando seu equilíbrio e harmonia.
O Grupo Orí resgata a tradição afrobrasileira , inovando com a presença de instrumentos harmônicos e componentes eletrônicos, nos presenteando com um espetáculo que promove o culto e a celebração da memória de nossa ancestralidade, identidade e diversidade cultural.

Grupo Orí é formado por Beto Xambá no violão e percussão; Nino Xambá na flauta transversal e percussão; Thulio Xambá no cavaco e percussão e Moisés Xambá na percussão geral.



Kako Xavier e a Tamborada

(Pelotas – RS)

O artista gaúcho Kako Xavier tem 28 anos de carreira. Se apresentou em diferentes palcos como teatros, festivais, ginásios, areia de praia e salas de aula, sempre levantando a bandeira da presença negra no RGS. Como Produtor Cultural se orgulha da conquista do Projeto Pixinguinha e criação dos Projetos Bailão Cultural, Projeto Tamborada, África No Sul, F I L, A Casa do Tambor e recentemente o Salve Arte Festival.


 

Ficha técnica:



Apoio Técnico:
André Brasil
Gutcha Ramil

Louise Lucena de Oliveira

Obadeyi Carolina Saraiva


Produção:

ÌLÚ Akin Produções


Apoio Institucional:

The Nigerian Community in Bahia

Mulherismo Africana

Ile aṣẹ Yemọnja omi olodo

A Casa de Tambor

Departamento de Difusão Cultural (UFRGS)

AYA – Laboratório de Estudos Pós-Coloniais e Decoloniais (UDESC/FAED)
UDESC

Realização:

Departamento de Educação e Desenvolvimento Social da (UFRGS)

ÌLÚ Akin Produções

 

 

 

Assista 2ª edição: